terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

CRER É TAMBÉM PENSAR



A vida da gente é tão corrida! Trabalho, estudo, atenção para a família, amigos e colegas, praticar esportes, passear e curtir a vida da melhor forma possível e, principalmente, alimentar nosso espírito, deixa tudo muito intenso. Eu bem sei disso!

Mesmo em meio a correria gostaria de compartilhar a leitura de um livro que estou relendo. Ele é indicado principalmente para os cristãos, pois nos faz pensar e refletir em algo importante: a falta de alimento para a mente. Comumente as pessoas fecham suas mentes e pensamentos para as quatro paredes da igreja e se esquecem de que “crer é também pensar” e este é exatamente o tema desse pequeno livro de John Stott: Crer é também pensar.
Por que os cristão devem usar suas mente? Essa é uma das primeiras perguntas. A primeira razão é que a história está repleta de exemplos da influência que grandes ideias exerceram. Podemos citar: Kant, Marx , Napoleão, o mestre Jesus e muitos outros.

Eu diria que nós todos, como seres pensantes, precisamos ter nossas próprias convicções. É comum as pessoas, principalmente aquelas que vivem no mundo das quatro paredes das suas denominações, se tornarem apenas reprodutores de pensamentos alheios e esquecerem de que “as opiniões são mais fortes que os exércitos”  (precisam apenas ser fundamentadas na verdade e na justiça). Talvez isso aconteça por indolência mental, por desleixo com a vida cristã, por descaso com o evangelho, por amor aos seus bens, riquezas às paixões desse mundo ou mesmo por falta de amor a Deus. Enfim, motivos não faltam!

Os argumentos de Stott são pautados nas doutrinas básicas da fé cristã: Criação, revelação, redenção e juízo, nas quais está implícito que o Homem tem um duplo e inalienável dever: o de pensar e o de agir de conformidade com o seu pensamento e conhecimento.

Crer é também pensar é uma leitura curta e interessante. Se poder leia! É um bom livro e, para quem não sabe, John Stott é um dos autores cristãos contemporâneos mais significativos em todo o meio evangélico. Ressalto o fato de que nessa obra, ele explica porque a mente é tão importante para o cristão, abordando essa questão à luz das Escrituras. Suas palavras vêm de encontro à sociedade de hoje, saturada de emocionalismo e presa ao subjetivismo




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